O desenvolvimento do comércio, a expansão
das atividades econômicas e as transformações sociais ocorridas desde os últimos
séculos da Idade Média contribuíram para fortalecer grupos ligados ao comércio
e às atividades urbanas. Entre eles destacava-se a burguesia, que passou
a ocupar posição cada vez mais importante na economia europeia. Muitos valores
iluministas, como a liberdade econômica, a defesa da propriedade e a crítica
aos privilégios de nascimento, relacionavam-se aos interesses de setores
burgueses. Entretanto, o Iluminismo não pode ser entendido apenas como uma
“ideologia da burguesia”. O movimento reuniu autores de origens sociais
diferentes e apresentou propostas variadas sobre política, sociedade, religião,
economia e educação.
Ao longo do século XVIII, ideias iluministas
difundiram-se por diferentes regiões da Europa e também chegaram às Américas.
Essas ideias contribuíram para questionar estruturas tradicionais do Antigo
Regime e influenciaram importantes acontecimentos posteriores, como a Independência
dos Estados Unidos, a Revolução Francesa e movimentos de contestação
ao domínio colonial. Isso não significa que essas revoluções tenham sido
simples aplicações das ideias iluministas, mas que muitos de seus participantes
utilizaram conceitos como liberdade, direitos, soberania e igualdade para
justificar suas propostas de mudança.
É comum estabelecer relações entre Iluminismo
e Renascimento, pois os dois movimentos participaram de um longo processo
de transformação da cultura europeia. O Renascimento valorizou o estudo dos
autores da Antiguidade, ampliou o interesse pelo ser humano e favoreceu novas
formas de investigação da natureza. O Iluminismo, surgido posteriormente,
aprofundou a crítica às autoridades tradicionais e procurou aplicar a razão
também aos problemas políticos, econômicos e sociais. Portanto, não devemos
considerar o Iluminismo simplesmente uma continuação do Renascimento, mas
reconhecer que ambos fizeram parte de transformações intelectuais mais amplas
ocorridas na Europa entre o final da Idade Média e o início da Idade
Contemporânea.
Ideias e valores do
Iluminismo
Os iluministas não formavam um grupo
completamente uniforme. Divergiam sobre o melhor sistema de governo, os limites
da participação política, a religião, a propriedade e a organização da
sociedade. Mesmo assim, algumas ideias aparecem com frequência em suas obras.
A razão era considerada um instrumento fundamental para analisar criticamente a realidade. Os iluministas defendiam que tradições, leis e instituições não deveriam ser aceitas apenas porque existiam havia muito tempo. Elas poderiam ser questionadas e avaliadas racionalmente. Outro valor importante era a liberdade. Dependendo do autor, essa liberdade podia significar liberdade de pensamento, de expressão, de religião, de comércio ou maior proteção dos indivíduos contra abusos do governo.
A defesa da tolerância religiosa
também ganhou destaque, especialmente depois de séculos de conflitos religiosos
na Europa. Muitos iluministas criticaram perseguições motivadas pela religião e
defenderam maior liberdade de consciência. A ideia de igualdade
também esteve
presente no pensamento iluminista, principalmente como crítica aos privilégios
jurídicos e sociais baseados no nascimento. Entretanto, os próprios iluministas
não defendiam todos a mesma forma de igualdade e muitos deles não questionaram
de maneira completa as desigualdades de gênero, riqueza, escravidão ou domínio
colonial existentes em sua época.
Os iluministas também demonstravam confiança
no progresso do conhecimento. Acreditavam que o desenvolvimento das
ciências, da educação e da reflexão crítica poderia melhorar a sociedade. Essa
confiança explica a importância atribuída à divulgação do conhecimento.
A estrutura do Antigo
Regime
O termo Antigo Regime é utilizado
pelos historiadores para identificar um conjunto de características políticas,
sociais e econômicas presentes em diferentes monarquias europeias entre
aproximadamente os séculos XVI e XVIII. Essas características não apareciam
exatamente da mesma maneira em todos os países, mas ajudam a compreender o
mundo que muitos iluministas criticavam.
O absolutismo monárquico
Em diversas monarquias europeias, os reis
procuraram concentrar amplos poderes políticos. Controlavam importantes
decisões administrativas, militares e fiscais e buscavam reduzir a autonomia de
outros grupos e instituições. Entretanto, mesmo os monarcas considerados
absolutistas não governavam sem limites: precisavam negociar com nobres,
tribunais, assembleias, igrejas e diferentes grupos sociais. Os iluministas
criticaram especialmente a ideia de que o poder político pudesse ser exercido
de forma arbitrária ou justificado apenas pela tradição e pelo direito divino
dos reis.
A sociedade de ordens
A sociedade do Antigo Regime era marcada por
fortes diferenças jurídicas e sociais. Clero e nobreza possuíam privilégios
específicos em muitos reinos, enquanto grande parte da população estava
submetida a impostos e obrigações dos quais os grupos privilegiados podiam
estar total ou parcialmente isentos. Essa sociedade costuma ser chamada de estamental
ou sociedade de ordens, porque os direitos e deveres das pessoas dependiam
muito do grupo social em que haviam nascido.
A influência da Igreja e a intolerância religiosa
As igrejas cristãs exerciam grande
influência sobre a vida social e cultural europeia. Em muitos Estados havia
religiões oficiais e limitações à liberdade religiosa. Os iluministas não foram
todos contrários à religião. Alguns eram cristãos, outros defendiam o deísmo,
isto é, a crença em um Deus criador compreendido principalmente pela razão, e
alguns assumiram posições mais críticas em relação às religiões organizadas. O
que muitos deles combateram foi a intolerância religiosa, o fanatismo e
a utilização da religião como justificativa para perseguições.
As práticas mercantilistas
Os governos europeus adotavam diferentes
práticas econômicas que hoje são reunidas sob o nome de mercantilismo.
Entre elas estavam a proteção da produção nacional, a cobrança de tarifas
alfandegárias, o controle do comércio colonial e a busca por uma balança
comercial favorável. Pensadores ligados à fisiocracia e ao liberalismo econômico
criticaram várias dessas práticas e defenderam maior liberdade para a produção
e o comércio.
Precursores do Iluminismo
O Iluminismo do século XVIII foi
influenciado por importantes transformações intelectuais ocorridas nos séculos
anteriores. A chamada Revolução Científica contribuiu para fortalecer
novas formas de investigar a natureza por meio da observação, da
experimentação, da matemática e da razão. Entre os pensadores que exerceram
grande influência sobre o Iluminismo podemos destacar René Descartes, Isaac
Newton e John Locke.
René Descartes foi um filósofo e matemático francês e um dos principais representantes do racionalismo moderno. Ele defendia a necessidade de colocar em dúvida aquilo que não pudesse ser considerado seguro, utilizando a razão como instrumento para construir conhecimentos mais sólidos. Sua famosa afirmação “Penso, logo existo” expressava a busca por uma certeza inicial da qual pudesse partir o conhecimento. Para Descartes, o próprio ato de duvidar demonstrava a existência daquele que pensava. Isso não significa que Descartes rejeitasse a religião ou acreditasse que apenas aquilo que pudesse ser observado diretamente existia. Seu pensamento combinava a defesa da razão com profundas preocupações filosóficas e religiosas próprias de seu tempo.
Isaac Newton (1642–1727)
Isaac Newton foi um matemático, físico e astrônomo inglês. Seus estudos sobre movimento e gravitação demonstraram que fenômenos observados na Terra e no espaço poderiam ser explicados por leis naturais formuladas matematicamente. A obra de Newton causou enorme impacto entre os pensadores do século XVIII. Muitos iluministas passaram a imaginar que, assim como a natureza podia ser compreendida por meio de leis e da razão, também seria possível estudar racionalmente a sociedade e suas instituições. Newton, entretanto, não “substituiu a religião pela ciência”. Ele era profundamente religioso e dedicou parte de sua vida a estudos teológicos. Sua importância para o Iluminismo está principalmente no exemplo de uma natureza que podia ser investigada de maneira racional e sistemática.
O inglês John Locke exerceu grande influência sobre o pensamento iluminista. No campo do conhecimento, defendia que as ideias humanas eram formadas a partir da experiência, contrapondo-se à existência de ideias inatas. Na política, Locke criticou o poder absoluto dos governantes e desenvolveu uma teoria baseada nos direitos naturais. Segundo ele, os seres humanos possuíam direitos à vida, à liberdade e à propriedade. O governo existia para proteger esses direitos e sua autoridade dependia do consentimento dos governados. Se um governo violasse sistematicamente esses direitos, o povo teria o direito de resistir e substituí-lo. Essas ideias contribuíram para o desenvolvimento do liberalismo político e exerceram grande influência sobre movimentos políticos posteriores, especialmente no mundo atlântico.
As críticas iluministas também alcançaram as
relações econômicas. Entre as principais correntes do século XVIII
destacaram-se a fisiocracia, desenvolvida principalmente na França, e o
pensamento econômico associado ao escocês Adam Smith.
François Quesnay (1694–1774) foi médico e economista francês e um dos principais representantes da fisiocracia. Os fisiocratas criticavam diversas práticas mercantilistas e defendiam uma ordem econômica considerada natural, na qual o Estado deveria reduzir muitos controles sobre a produção e a circulação de mercadorias.
Para Quesnay e outros fisiocratas, a agricultura
era a principal atividade capaz de produzir um excedente econômico e constituía
a base da riqueza de uma sociedade. Essa valorização da terra diferenciava a
fisiocracia de outras teorias econômicas que surgiriam posteriormente. A
expressão francesa laissez-faire, que pode ser traduzida aproximadamente
como “deixai fazer”, ficou associada à defesa de maior liberdade econômica,
embora não deva ser considerada um lema de todos os iluministas.
O escocês Adam Smith foi um dos principais representantes do chamado Iluminismo Escocês. Em 1776 publicou A Riqueza das Nações, obra fundamental para o desenvolvimento da economia política. Smith criticou várias formas de controle mercantilista e defendeu a importância da liberdade de comércio e da concorrência. Para ele, a riqueza de uma sociedade estava ligada à capacidade de produzir bens por meio do trabalho, da especialização das atividades e das trocas.
Smith considerava que a busca pelos interesses individuais, dentro de determinadas condições, poderia contribuir para a organização das atividades econômicas. Essa ideia ficou conhecida posteriormente pela expressão “mão invisível”. Entretanto, Smith não defendia a ausência completa do Estado. Reconhecia funções importantes para o governo, como a defesa da sociedade, a administração da justiça e a realização de determinadas obras e serviços públicos. Por isso, é uma simplificação afirmar que sua teoria propunha simplesmente um Estado sem qualquer participação na economia.
O francês Charles-Louis de Secondat, barão de Montesquieu, publicou em 1748 sua principal obra, O Espírito das Leis. Nela analisou diferentes formas de governo e procurou compreender como as leis deveriam se relacionar às características de cada sociedade. Montesquieu tornou-se especialmente conhecido por sua defesa da separação e do equilíbrio entre os poderes políticos. Inspirando-se em parte no sistema político inglês, argumentava que a concentração excessiva de poderes favorecia abusos. De maneira simplificada, sua proposta costuma ser apresentada como a divisão do poder em Legislativo, Executivo e Judiciário. Mais importante do que imaginar três poderes completamente isolados era garantir que nenhum deles pudesse concentrar sozinho toda a autoridade. A ideia de que “o poder deve limitar o poder” resume bem essa preocupação. O pensamento de Montesquieu exerceu grande influência sobre o constitucionalismo moderno e sobre a organização política de diversos países.
Voltaire (1694–1778)
Voltaire, nome pelo qual ficou conhecido François-Marie Arouet, foi um dos mais famosos escritores e pensadores do Iluminismo francês. Destacou-se especialmente por suas críticas à intolerância religiosa, ao fanatismo, à censura e aos abusos das autoridades. Defendeu a liberdade de pensamento e manifestou-se publicamente em casos de perseguição e injustiça. A frase “Posso não concordar com o que você diz, mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-lo”, frequentemente atribuída a Voltaire, não foi escrita por ele. Ela foi criada no início do século XX pela escritora Evelyn Beatrice Hall para resumir sua posição em defesa da liberdade de expressão. Voltaire também criticava o absolutismo e os privilégios sociais, mas não defendia uma democracia baseada na participação política de toda a população. Em vários momentos mostrou-se favorável à ideia de uma monarquia reformada, conduzida por um governante instruído e aconselhado por filósofos.
Jean-Jacques Rousseau foi um dos pensadores mais originais e influentes do século XVIII. Suas ideias dialogavam com o Iluminismo, embora também apresentassem críticas importantes a algumas formas de pensar comuns entre seus contemporâneos. Em sua obra Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens, Rousseau discutiu como o desenvolvimento da propriedade e das relações sociais poderia produzir desigualdades e formas de dominação. Em O Contrato Social, publicado em 1762, defendeu o princípio da soberania popular. Para Rousseau, a autoridade política legítima deveria nascer de um acordo entre os cidadãos e estar submetida à vontade geral, isto é, ao interesse comum da comunidade política.
Sua teoria não pode ser reduzida simplesmente à ideia de que “a maioria pode fazer qualquer coisa”. A vontade geral deveria buscar o bem comum e preservar a liberdade política dos cidadãos. A conhecida frase “O homem nasce livre, e por toda parte encontra-se acorrentado” expressa a preocupação de Rousseau com as formas pelas quais a sociedade podia limitar a liberdade humana.
A Enciclopédia e a divulgação do conhecimento
Um dos grandes projetos intelectuais do Iluminismo foi a Enciclopédia, organizada principalmente por Denis Diderot e Jean le Rond d'Alembert. O primeiro volume foi publicado em 1751. Ao longo dos anos seguintes, a obra reuniu milhares de verbetes sobre filosofia, ciência, técnicas, artes, ofícios, política e muitos outros assuntos. Ao todo, o projeto original da Encyclopédie chegou a 28 volumes principais de texto e pranchas, aos quais posteriormente foram acrescentados suplementos e índices.
A obra contou com a colaboração de diversos autores ligados ao Iluminismo e tinha como objetivo organizar e divulgar conhecimentos de seu tempo. Também valorizava os conhecimentos técnicos e os ofícios, algo significativo em uma sociedade na qual o trabalho manual era muitas vezes considerado inferior. Por questionar determinadas autoridades políticas e religiosas, a Enciclopédia enfrentou censura e proibições. Mesmo assim, sua circulação contribuiu para a divulgação de muitas ideias iluministas.
Iluminismo e educação
Alguns autores propuseram reformas
importantes na educação. Rousseau, por exemplo, publicou em 1762 a obra Emílio,
ou Da Educação, na qual discutiu a formação da criança e criticou métodos
educativos baseados apenas na repetição e na autoridade.
Entretanto, seria incorreto afirmar que
todos os iluministas defendiam exatamente uma escola gratuita, obrigatória e
laica para toda a população nos moldes atuais. A construção dos sistemas
públicos de educação que conhecemos hoje ocorreu gradualmente e foi
influenciada por diferentes movimentos e reformas posteriores.
O despotismo esclarecido
Na segunda metade do século XVIII, alguns monarcas europeus realizaram reformas inspiradas em determinadas ideias iluministas. Esse fenômeno ficou conhecido como despotismo esclarecido ou absolutismo esclarecido. Esses governantes procuraram modernizar a administração, estimular atividades econômicas, reorganizar sistemas de impostos, limitar alguns privilégios e, em certos casos, ampliar a tolerância religiosa e reformar a educação.
Entre os governantes normalmente associados
ao despotismo esclarecido estão Frederico II da Prússia, Catarina II da
Rússia e José II da Áustria. Em Portugal, as reformas realizadas durante o
reinado de José I estiveram fortemente ligadas à atuação de seu
ministro, o marquês de Pombal.
Apesar das reformas, esses governantes não
pretendiam acabar com a monarquia absolutista nem entregar o poder político à
população. Procuravam transformar determinadas estruturas do Estado sem
abandonar sua autoridade. Por isso, o despotismo esclarecido costuma ser
resumido pela expressão: “Tudo para o povo, nada pelo povo.”
Os limites do Iluminismo
As ideias iluministas tiveram enorme importância na crítica ao Antigo Regime e na formação de muitos princípios políticos modernos. Entretanto, também apresentaram limites e contradições.
A defesa da liberdade e da igualdade nem
sempre foi estendida a todos. Mulheres continuaram excluídas de grande parte
dos direitos políticos. A escravidão permaneceu presente em diferentes impérios
europeus e nas Américas. Muitos pensadores do período também reproduziram
preconceitos relacionados aos povos colonizados e às diferenças culturais.
Ao mesmo tempo, essas contradições passaram
a ser questionadas por autores e movimentos que utilizaram os próprios
princípios iluministas para ampliar a luta por direitos. A defesa de que os
seres humanos possuíam direitos e de que as instituições deveriam ser
submetidas à crítica racional tornou-se uma poderosa ferramenta política.
Por isso, o Iluminismo deve ser compreendido
não como um conjunto único e perfeitamente coerente de ideias, mas como um
movimento diverso que transformou profundamente os debates sobre política,
economia, religião, conhecimento, educação e direitos.
Atividades
Com suas palavras, explique o que foi o
Iluminismo.
1. Com
suas palavras, explique o que foi o Iluminismo.
2. Por
que o século XVIII ficou conhecido como Século das Luzes?
3. Qual
relação pode ser estabelecida entre o Renascimento, a Revolução Científica e o
Iluminismo?
4. Quais
aspectos do Antigo Regime foram criticados pelos pensadores iluministas?
5. Quais
eram alguns dos principais valores defendidos pelo Iluminismo?
6. Por
que é possível relacionar algumas ideias iluministas aos interesses da
burguesia sem afirmar que o Iluminismo foi apenas uma “ideologia burguesa”?
7. Qual
foi a importância da razão para os pensadores iluministas?
8. Explique
a importância de René Descartes e Isaac Newton para as transformações
intelectuais que antecederam o Iluminismo.
9. Quais
direitos naturais eram defendidos por John Locke e qual deveria ser, segundo
ele, a função do governo?
10. Qual era a
principal proposta econômica dos fisiocratas?
11. Explique as
principais ideias econômicas defendidas por Adam Smith.
12. Por que não
é correto afirmar que Adam Smith defendia o desaparecimento completo do Estado
da economia?
13. Explique a
proposta de Montesquieu para limitar os abusos do poder político.
14. Quais eram
as principais críticas e propostas defendidas por Voltaire?
15. Explique o
significado da soberania popular e da vontade geral no pensamento de Rousseau.
16. Qual foi a
importância da Enciclopédia para a divulgação das ideias iluministas?
17. Por que não
podemos afirmar que todos os iluministas defendiam exatamente o mesmo modelo de
educação?
18. O que foi o
despotismo esclarecido e qual era sua principal contradição?
19. Quais eram
alguns dos limites e contradições das ideias iluministas em relação à igualdade
e aos direitos?
20. De que
maneira as ideias iluministas influenciaram transformações políticas ocorridas
no final do século XVIII?
Referências
bibliográficas
DARNTON, Robert.
O Iluminismo como negócio: história da publicação da Enciclopédia, 1775–1800.
São Paulo: Companhia das Letras, 1996.
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HIMMELFARB,
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ISRAEL, Jonathan
I. Iluminismo radical: a filosofia e a construção da modernidade, 1650–1750.
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LOCKE, John. Segundo
tratado sobre o governo civil. Petrópolis: Vozes.
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ROUSSEAU,
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