“Um pequeno passo para o
homem, um grande salto para a humanidade”. Ao proferir essas palavras, enquanto
descia do módulo aterrissado na superfície lunar em 20 de julho de 1969, o
astronauta americano Neil Armstrong tornou-se o primeiro ser humano a caminhar
sobre a Lua. Cerca de um bilhão de pessoas assistiram à cena televisionada,
testemunhando o que viria a ser uma das maiores conquistas tecnológicas de
todos os tempos e um marco do progresso científico.
A partir do século XV as potências mais desenvolvidas passaram a sentir a necessidade de expandir seus mercados. Nesse primeiro período, portugueses, espanhóis, ingleses e franceses estabeleceram, na América, colônias que ao serem exploradas garantiam grandes lucros. Entretanto, no século XIX grandes transformações políticas e econômicas e o rompimento do chamado sistema colonial provocaram o início de uma nova disputa por colônias, essencialmente ligada as consequências da Segunda Revolução Industrial. Com o assombroso aumento da produção verificado nesse momento, as grandes potências iniciaram uma nova corrida colonial em busca de mercados consumidores de produtos industrializados e fornecedores de matérias-primas. Nesse novo sistema colonial, chamado de imperialismo [1] , a África e boa parte da Ásia foram dominadas e divididas entre as principais potências capitalistas do período.

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